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E-commerce crescerá 177% e atingirá US$ 100 bi na América Latina em 2018

Estudo patrocinado pelo PayPal pesquisou as tendências do consumo digital com cerca de 1800 internautas das classes A e B em seis países da América Latina (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru), constatando um crescimento acelerado do e-commerce na região. Promovido pela IDC, o levantamento estimou a movimentação do setor em mais de US$ 100 bilhões em 2018 – equivalente a um aumento de 177% frente a 2014.

O Brasil constitui o principal mercado da região, concentra a metade do valor de e-commerce e possui os consumidores que mais compram em termos de frequência, volume e valor, enquanto o México lidera o número de pessoas com consumo superior a US$ 10 mil no último ano e que esperam manter a média de gasto para 2015.

A Colômbia é o país com a maior projeção de crescimento das seis economias para 2018, com a maior taxa de aumento de internautas, de compradores online e de valor de mercado, bem como o maior crescimento em gastos online por usuário, com 21%.
 
Já o Chile apresenta os índices mais altos de acesso à internet na região, ao passo em que os argentinos apresentam uma tendência maior de consumirem em lojas de seu próprio país e os internautas do Peru são os consumidores mais abertos a mudar sua percepção com relação ao e-commerce e suas formas de pagamento.

“A América Latina se torna um mercado cada vez mais importante com relação ao comércio eletrônico, devido aos benefícios obtidos pelos consumidores com as compras online, a uma maior conectividade e a um aumento na confiança sobre os métodos de pagamento”, comenta Mario Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina,

Espera-se que os atuais consumidores sejam compradores online maduros daqui a poucos anos, contribuindo para o crescimento do mercado. Dentre os latino-americanos consultados no estudo, um terço comprou na internet em 2012, valor que crescerá pela metade até 2018. Estima-se que até lá, 60% da população da América Latina esteja conectada, sendo o Chile o país com a maior penetração (71%), seguido pela Argentina (68%) e Colômbia (66%).

As projeções para daqui a dois anos também sinalizam para Brasil, México e Chile como os países que mais gastarão online, onde o consumo médio dos compradores foi de US$ 413 ante os US$ 1500 dos consumidores com maior poder aquisitivo. Dentre as classes mais altas, a expectativa é que o gasto exceda os US$ 2300, superando a média de gasto online dos norte-americanos em 2014 (US$ 1980).

Os consumidores dos Estados Unidos têm crescimento projetado para suas compras de 3%, ao passo em que a Colômbia deve registrar uma taxa de 83%, seguida pelos 30% de México e Brasil, 25% do Peru, 22% do Chile e 19% da Argentina.

Os latino-americanos expressaram preferência pela compra online por representar uma boa alternativa para aquisições pessoais, que oferece acesso a uma maior oferta de produtos e formas de pagamento. Os entrevistados indicaram os laptops como principal meio para o e-commerce. Os mexicanos lideram as compras feitas com smartphones. Já quatro em cada dez colombianos preferem os tablets.

O que os latino-americanos compram on-line?

Os produtos com maior demanda são vestuário, utensílios domésticos e equipamentos eletrônicos. A compra de roupas é mais popular entre os colombianos (69%), ao passo em que os brasileiros preferem os utensílios domésticos (68%), os aparelhos eletrônicos (67%) e os cosméticos (54%). Já os mexicanos são mais inclinados a comprarem CDs e DVDs de música (41%).

No setor de serviços online, compras relacionadas ao turismo são as mais populares entre os colombianos, como passagens de avião, hotéis, tours e aluguel de carros. Os brasileiros adquirem mais ingressos para entretenimento e os mexicanos lideram o consumo de conteúdo online na América Latina, além do setor de aplicativos, software, jogos online e downloads de música e vídeos.

Levando em conta a faixa etária, as gerações Z (18 a 24 anos), Millennials e X compartilham o gosto por vestuário. A segunda prioridade da Z e da Millennium são aparelhos eletrônicos, enquanto a X e pessoas mais velhas preferem utensílios domésticos. Reservas de viagens só figuram no primeiro lugar para maiores de 45 anos e são a terceira opção para as pessoas das gerações Z e X.

Forma de pagamento

Na América Latina, a principal forma de pagamento para compras online ainda são os cartões bancários. Novas plataformas de pagamento evoluem, com destaque para o PayPal, com a preferência de quase 50% dos mexicanos, 32% da Geração dos Millennials e de quase 30% dos consumidores da Geração Z e X.

Barreiras para o e-commerce

Mesmo com o crescimento significativo do comércio eletrônico, barreiras como segurança e privacidade (37%) e limitação no uso de formas de pagamento (16%) impedem uma aceleração maior. A Colômbia é o país mais preocupado com fraude (59%), seguida por Peru (42%) e México (37%). Os brasileiros se preocupam menos: 30% não dão importância ao tema.

Fonte: Computerworld

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