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Quais são as habilidades você considera indispensáveis em um líder? Talvez você precise repensá-las

Warren Buffet diz que procuramos, em geral, 3 coisas em uma pessoa: a inteligência, a energia e integridade. E se elas não têm essa última coisa, não podemos nos preocupar com as outras 2.

Idealmente, queremos que elas cumpram os 3 atributos, mas as pessoas nem sempre cooperam. Essas qualidades tendem a ser difíceis de julgar quando contratamos alguém.

Então vamos acabar com essas combinações na hora de encontrar pessoas para nossas empresas.

Muitos empreendedores acham que as pessoas estúpidas são o pior tipo de pessoas.

Talvez as pessoas inteligentes, mas sem nem um pouco de integridade sejam ainda piores. Elas conhecem o sistema, jogam bem o jogo político e, muitas vezes acabam em lugares obscuros.

Com ou sem integridade, é mais fácil se livrar de uma pessoa que não é inteligente, do que uma pessoa inteligente.

Simplificando as coisas, e removendo a integridade dessa equação, teremos 4 combinações possíveis: estúpidos e trabalhadores, estúpidos e preguiçosos, inteligentes e trabalhadoras e inteligentes e preguiçosas.

Então, o que acontece com as pessoas inteligentes e preguiçosas?

Erich von Manstein, um dos principais estrategistas militares de Hitler, descreveu Kurt Gebhard Adolf Philipp Freiherr vom Hammerstein-Equord, o ex-comandante chefe da Reichswehr como “provavelmente uma das pessoas mais inteligentes que eu já conheci”.

Os 2 homens, de acordo com Be Breen, são amplamente creditados com a seguinte citação que chega ao cerne da questão:

Eu divido meus oficiais em 4 grupos. Há policiais inteligentes, diligentes, estúpidos e preguiçosos. Normalmente 2 características são combinadas. Alguns são inteligentes e diligentes – seu lugar é o staff. O próximo lote é estúpido e preguiçoso – que compõe 90% de todos os exércitos e são adequados para as tarefas de rotina. Qualquer um que é, ao mesmo tempo inteligente e preguiçoso é qualificado para as funções mais altas de liderança, porque possuem a clareza intelectual e a compostura necessária para as decisões difíceis. Devo só tomar cuidado com qualquer estúpido e diligente – a ele não deve ser confiada nenhuma responsabilidade, porque ele vai causar sempre problemas.

Pode ser que isso faça sentido.

O estúpido e preguiçoso

Você pode acomodar pessoas pouco inteligentes e preguiçosas, separando o trabalho em fatias.

Fazemos isso o tempo todo, quebrando empregos em tarefas cotidianas, criando políticas e procedimentos que nos removem qualquer necessidade de julgamento.

Isso acontece, eventualmente, em todas as organizações, porque em algum momento a resposta consiste em julgamentos pobres que criam um processo e uma política burocrática.

É tudo muito McDonalds e essas pessoas podem ser facilmente substituíveis.

O estúpido e diligente

Von Hammerstein-Equord reconheceu que essas pessoas não prestam para nada. Para ele, elas devem ser demitidas imediatamente.

Apesar das boas intenções, muitas vezes essas pessoas apenas criam mais trabalho para os outros.

O inteligente e diligente

Você vai querer essas pessoas ao seu redor. Provavelmente von Hammerstein-Equord pensou que essas pessoas estariam  prontas para a gerência. Isso faz sentido.

Ele deve ter visto estas pessoas como seguras, confiáveis e que seguem as regras. Ele provavelmente viu que essas pessoas não desafiam a autoridade ou falham.

Provavelmente, ele não estava tão certo. Muitas pessoas inteligentes que trabalham duro, ocasionalmente desafiam a autoridade. Isso acontece por algumas razões.

Talvez essas pessoas cresceram frustradas com o absurdo que veem. Ou talvez, e isso é mais provável, tiveram ambições de subir na carreira corporativa.

O inteligente e preguiçoso

Um subestimado aspecto da força de trabalho de hoje que von Hammerstein-Equord acreditou estarem aptos para liderar, porque possuem a clareza intelectual e a compostura necessárias para as decisões difíceis.

Essas pessoas podem ser um desafio para trabalhar. Elas delegam e confiam nas pessoas para fazerem seus trabalhos. Eles não microgerenciam, eles questionam. Eles evitam as coisas improdutivas.

Elas não buscam consenso porque muitas vezes isso significa mais trabalho, e não menos. Eles se concentram em algumas prioridades. Eles não correm por aí com soluções à procura de problemas.

Muitas vezes, essas pessoas não têm nenhum desejo de subir nas organizações. Isso lhes dá a liberdade de serem diferentes.

Considerando o quadro acima, é interessante contemplar as consequências das combinações dentro dos empregos.

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Este artigo foi adaptado, pelo Jornal do Empreendedor,  “Why Clever And Lazy People Make The Best Leaders”, do Business Insider.

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